Reunião da executiva nacional do PP em que foi definido o desembarque do governo
Após reunião da bancada no Congresso e da Executiva
Nacional, o PP confirmou nesta sexta-feira (15) posição a favor do impeachment
da presidente Dilma Rousseff e a promessa de punição aos parlamentares que não
seguirem a determinação da legenda.A decisão foi aprovada por aclamação (sem
registro de votos), mas foram "ressalvados" votos contrários ao
fechamento de questão de alguns membros do partido na Bahia, Piauí e Ceará,
entre eles, o vice-governador baiano, João Leão, e os deputados Cacá Leão (BA)
e Adail Carneiro (CE).
O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou que
o fechamento de questão valerá tanto para a votação na Câmara quanto para
eventual votação no Senado. Ele ponderou, contudo, que a punição será avaliada
"caso a caso", sinalizando que poderá haver tolerância em alguns
casos.
O tom de tolerância também foi adotado por alguns
parlamentares da ala pró-impeachment. O deputado Jerônimo Goergen (RS) afirmou
que os parlamentares representarão no Conselho de Ética contra todos os
dissidentes, mas ponderou que poderá haver "certa tolerância" em
casos como o da Bahia.
Na reunião, o vice-governador da Bahia fez a defesa para que
os quatro deputados do PP da Bahia não sejam punidos, caso confirmem o voto
contra o impeachment, por causa da aliança regional. João Leão é aliado do
governador baiano, Rui Costa (PT).
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